Denúncia: o Brasil derrotado pela França é falso

Reuters
 

 

Em futebol, quando se começa a duvidar de um time já não há a menor dúvida. Mas não se deve crucificar apressadamente a seleção brasileira pelo infortúnio deste sábado. Impossível analisar em termos técnicos e táticos o desempenho de um time que não entrou em campo. O Brasil não compareceu ao compromisso, eis a verdade.

 

A França enfrentou um falso selecionado. Não era o Brasil. O escrete original é superior à França em todos os quesitos: no cotejo de estrelas, na técnica, na ginga, na agilidade... A falsa seleção já entrou em campo derrotada. A pátria foi defendida por onze pares de pernas tomadas por um surto de tremedeira.

 

O Brasil jogara mal as partidas anteriores, não há dúvida. Mas a pane coletiva deste sábado evidencia a falsidade do time. Zidane não faria de gato e sapato um Gilberto Silva original. Não teria dado aquele chapéu magistral num Ronaldo autêntico. O craque francês prevaleceu sobre clones.

 

E onde diabos está a seleção verdadeira? O signatário do blog suspeita que um agente contratado pela França passou pelo hotel em que se abrigava a seleção adversária antes do jogo. Convidou os pop-stars brasileiros para estrelar comerciais milionários de cervejas, de refrigerantes e de casas bancárias. E mandou para o estádio o selecionado de clones.

 

Só há um modo de desmascarar o espetáculo farsesco. Sugere-se um exame coletivo no Brasil inautêntico que entrou em campo. Não um exame de doping convencional. Não, não. Exige-se um teste de DNA.